18 de abril de 2014

Papinha do bebê | Comida da família


Olá Amadores, como vão vcs? E o tempo por ai? Qndo escrevi este post estava um friozinho gostoso e tinha acabado de acordar de uma soneca da tarde com o Nícolas (ele ainda dorme) com  a chuva caindo na calha lá do lado de fora. Quem não gosta? 
Hoje eu vou falar de uma coisa que tem gente que olha torto pra mim. rsrs
Eu já devo ter falado que aqui em casa eu não tenho o trabalho de fazer 2 comidas. (a do casal + a do Nícolas). O Nícolas sempre comeu das porções que eu preparo fresquinha a cada dia. E ainda assim, meu filhote come saudavelmente bem. 
Ante de continuar, quero copiar um texto do blog da Karine que é Nutricionista e vocês vão entender melhor o que eu digo. Sabe, a gente que é mãe, tenta acertar nas coisas, e as vezes fica com dúvida quando outras olham torto pra gente. Mas quando li uns artigos sobre o assunto e depois encontrei o blog da Karine tive mais certeza que eu não estava errada não. Leiam:

Aí, passamos no pediatra, e ele indica: agora mãe, ele deve comer a alimentação família. A mãe comemora (ou não). Não precisa mais fazer papinhas...
Aí eu entro: alimentação da família? Tenho medo dessa frase... prefiro dizer que agora a família vai comer a alimentação do bebê com a textura adaptada!
Sabe porquê? Como é a alimentação dos adultos em casa? Você, mãe zelosa, vinha fazendo a alimentação perfeitinha, com todos os grupos alimentares e tal...  como passou do primeiro ano, só arroz, feijão e carne é suficiente?
Calma! Nada contra o arroz e o feijão, pelo contrário. Dupla fantástica, garante um prato quase completo. Lembra desse post? Quase completo por que o legume e/ou a verdurinha precisa acompanhar o prato. Como faziam na época da papinha.
Portanto, a alimentação continuará com todos os grupos alimentares... fonte de carboidrato como cereais ou raízes, grãos, carnes, verduras, legumes, tudo guarnecido com deliciosos temperos naturais.A preocpação não é à toa. Pesquisas recentes afirmam que os brasileiros não comem frutas, verduras e legumes em quantidade suficiente. Fonte: Blog da karine

Tah gente... já sei o que vocês devem estar pensando, mas agora que eu vou chegar onde quero chegar...
Eu já falei pra vocês aqui no blog sobre alimentação saudável várias vezes. Aqui, os legumes que faço não coloco sal (tem gente que faz careta). Sim pessoal, levou algum tempo, mas já me adaptei a sentir o sabor natural dos vegetais (nem todos ainda) só com temperos também naturais como salsinha, alho e cebola que são os mais uados no dia a dia aqui em casa. O feijão e arroz eu uso sal marinho. Bem pouquinho. Neste caso eu penso que seria melhor se fosse sem sal para o Nícolas também. Mas na primeira vez do feijão sem sal o bichinho não comeu. Nem na segunda, nem na terceira, nem nunca, ai dei com sal mesmo e ele comeu tudo. Parece mentira neh? Mas juro! Eu conheço pais que não dão nadica de sal pra criança e não acho isso nada radical.
O bebê de 6 meses até 1 ano pode comer só meia colherzinha de café de sal por dia. (cerca de 1g)
Aqui trocamos o açúcar branco pelo mascavo. Mas outro dia fui pegar e estava embolorado porque estamos tomando os sucos e leite sem adoçar também. Agora guardo na geladeira pra não perder. Uma vez conversando com uma pessoa que estava super precisando cortar o sal e açúcar (não me lembro porque) ela teve dúvidas se acostuma com isso ou não. E eu digo gente: acostuma. Passamos a sentir o sabor real da coisas. E aprendemos a gostar também.
Quando faço alguma coisa diferente que vai mais temperos industrializados não dou para o bebê. Mas geralmente procuro ser mais natural possível. 

Bom gente, e o que eu quero dizer com isso? Convidar vocês mais uma vez a fazer pequenas mudanças. Eu ainda tenho m-u-i-t-o para mudar. Muito mesmo. Mas já comecei! E lembrem-se. A criança vai crescendo e ela vai querer comer o "exemplo" dos pais!! Entenderam? 

Um comentário:

  1. Oiii amiga!
    Muito bom o post, alimentação saudável para o bebe e os pais, belo exemplo.
    Aqui em casa eu troquei o açúcar branco pelo mascavo a meses, e tomo meu cafezinho com adoçante, já acostumei.
    Quanto ao sal, ainda uso nos alimentos, pouco mas uso, mas acho que me adaptaria muito bem sem ele, o problema mesmo é o meu marido, ele não gosta, é uma pessoa dificil quando o assunto é alimentação saudável :/ mas com fé em Deus aos poucos ele chega lá, rs!
    Beijão!!

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