21 de junho de 2016

3º ano Vestida de Mãe | Patrulha Canina


Mais um ano se passou, e aqui estou novamente cheia de crescimento. Eu costumo dizer que quando nossos filhos fazem "parabéns", o parabéns é nosso também. Afinal, crescemos juntos, enfrentamos desafios, vitórias, fracassos e bençãos. Todos os anos eu faço uma reflexão sobre minha maternagem e até compartilho aqui com vocês > 1º ano < e > 2º ano <. 
E esse ano não foi diferente. Na verdade, por outro ângulo, esse ano foi um tantão diferente sim! Desses novos doze meses de vida do Níc, eu passei nove com outra vida dentro de mim. 
Com 2 anos e 3 meses do Níc, eu descobri uma nova gestação. Tive que tomar medicamento e repousar. Percebi que ele sentiu falta da minha disposição. Comecei a explicar que ele ganharia um nenem, e hoje depois de nove meses ele já entende e está super ansioso com a chegada do bb2. 
Durante esta nossa espera, experimentei as certezas da maternidade. No primeiro ano da vida de uma mãe, surgem muitas inseguranças, e como eu disse nos outros posts, a maternidade nos transforma e ensina diariamente. Neste ano aprendi muitas coisas novas. Mas em comparação com os outros anos, aprendi que não preciso ficar insegura. Que posso ter certeza de que seguir o meu coração é sempre o melhor. Mesmo que erre por eventualidade, errei sendo o melhor que eu podia ser. E que não vale a pena ficar olhando pra trás e ficar se culpando por coisas que não deram certo na maternidade. Não estou dizendo que não devemos buscar melhorar. Estou dizendo que não devemos deixar a culpa barrar nosso instinto materno. 


Todos os anos faço uma festinha caseira pro Níc e chamamos os tios, primos e alguns amigos. Esse ano nem isso foi possível. Estamos na correria com a reforma da chácara, preparativos para chegada do bb2 e além da minha lentidão por conta do final da gestação tem também os gastos que estão sendo grandes. Então resolvemos na mesma semana do aniversário fazer um bolinho e chamar alguns amiguinhos com quem o Níc mais convive e suas famílias. Foi assim, sem convite impresso e tudo feito pela mamãe com ajuda de algumas pessoas queridas. Gente quase me arrependi. De tão cansada que fiquei. Mas era um momento esperado por ele e isso é gratificante. 

Eu queria fazer um tema não comercializado, mas como foi tudo nas pressas e ele está gostando muito do desenho da Patrulha Canina, resolvi que seria este tema mesmo quando levei ele na loja pra escolher. O painel ia ser outro, um personalizado, mas não consegui terminar. Também não consegui fazer só de bexigas por conta do barrigão. Achei que o bb2 nasceria naquele momento que comecei a montar. kkk Gostaria de ter feito mais coisinhas, mas precisei me controlar seriamente!!!

Me arrisquei a fazer o bolo. Juro! Fiz do jeito que ele ficava pedindo. De chocolate com morango em cima. O recheio é de beijinho, amo essa combinação. Ele ficava me perguntando toda hora se o bolo "dele" já estava pronto. Eu fiz no dia anterior e quando coloquei na geladeira sem os morangos ainda, ele já queria comer. Até vi no dia seguinte na hora de colocar o morango que tinham marcas de dedinhos na cobertura do bolo. kkk
Nícolas roubando morangos

Eu e minha mãe fizemos alguns docinhos (beijinho). O papai enrolou e minha tia que veio parabenizar meu pai (é aniversário dele um dia depois do niver do Níc) ajudou a enrolar também.

Minha vizinha muito querida, a Maria, fez uns bombons, eu fiz o recheio de mousse de limão lá da chácara, e colocamos em trouxinhas de tecido com estampa que combinasse com o tema. 

Fiz umas garrafinhas de suco de uva (as crianças amam) personalizadas com canudinho acompanhando para as crianças beberam na festa. E servi caldinho de batata salsa (mandioquinha ou baroa para alguns) e batata com requeijão que minha mãe e eu fizemos. Também fiz a pizza enrolada pra acompanhar. Teve bolo salgado que amo. Nada de refri, suco natural de acerola da chácara com limão caipira (cravo) e suco de abacaxi. 

As lembrancinhas eu também não queria que fossem doces. Alguns amiguinhos do Níc que vieram não comem e ele até come mas quando ganha acaba indo muita coisa pro lixo porque ele não está acostumado. Achei que seria legal dar coisas duráveis e usáveis. Encontrei pião de madeira e frasquinhos de bolinha de sabão que personalizei e enchi em casa, brinquedos que remetem bem à infância. Coloquei pipoquinha junto pra acompanhar.

Foi assim, simples, mas do jeito que gosto, com a mão na massa, no quintal do vovô e da vovó. Níc participou dos preparativos e foi possível curtir desde a véspera esse momento tão esperado por nós mamães.
Gostaria de passar esse momento com mais pessoas. Vamos ver se no próximo ano eu consigo isso. E se já estiver na chácara poderei fazer aquela festinha ao ar livre que sempre quis. 

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